Grupo de trabalho começa a mapear a leitura em Foz do Iguaçu
Um mapeamento da realidade da leitura na cidade é a primeira ação a ser realizada pelo Grupo de Trabalho que está responsável pela elaboração e apresentação do projeto de lei do Plano Municipal do Livro, Leitura e Literatura. A tarefa foi definida hoje, 24, na Fundação Cultural, durante a primeira reunião do Grupo de Trabalho que também estabeleceu cinco eixos de atuação e a organização de suas respectivas equipes. O trabalho das equipes será coordenado pelo representante do Colegiado Nacional do Livro, Leitura e Literatura, Nilton Bobato, pelo assessor cultural da Fundação Cultural, Juca Rodrigues e pelo servidor público e mediador de leitura, Waldson de Almeida Dias.
Segundo o escritor Nilton Bobato , o diagnóstico é o primeiro passo que servirá como indicativo das próximas ações do grupo. “A idéia é fazer um diagnóstico das ações existentes voltadas à leitura na cidade, identificar problemas e experiências positivas, servindo como um norteador do processo”.
Para obter os dados da realidade da leitura em Foz do Iguaçu, os 28 membros que compõem o grupo, elaborarão um questionário às Instituições educacionais e comunitárias a fim de tomar conhecimento, por exemplo, da quantidade de bibliotecas, dos projetos de incentivo à leitura, do acervo do local, da identificação dos problemas do acesso à leitura e o apontamento de possíveis soluções.
O questionário será avaliado e aprovado pelo Grupo de Trabalho na próxima reunião, agendada para o dia 12 de setembro, às 8h, na Fundação Cultural.
Eixos
O grupo de trabalho foi reordenado em cinco equipes, correspondendo com os cinco eixos de atuação: a democratização do acesso (privilégio às bibliotecas de acesso público), o fomento à leitura e à formação de mediadores (reconhecimento da necessidade de fomentadores que ajudam a criar novos leitores), a valorização da leitura e da comunicação (trabalhar o livro como valor social e cultural e como bem público a se preservar como direito de cidadania), desenvolvimento da economia do livro e políticas de financiamento. A escolha dos eixos tem como base as diretrizes do Plano Nacional do Livro, Leitura e Literatura, implantado no país em 2006.

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