Constituição do Grupo de Trabalho do Plano Municipal do Livro, Leitura e Literatura marca momento histórico para Foz do Iguaçu
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Constituição do Grupo de Trabalho do Plano Municipal do Livro, Leitura e Literatura marca momento histórico para Foz do Iguaçu

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 Autoridades e agentes culturais parabenizam o escritor e vereador Nilton Bobato pela iniciativa de propor e conduzir o debate sobre política pública de leitura em Foz do Iguaçu


 






O auditório do Salão Internacional do Livro ficou lotado na manhã desta quinta-feira (11). O público composto por professores, estudantes, artistas e personalidades políticas presenciou um momento histórico para a cidade de Foz do Iguaçu, simbolizado pelo anúncio feito pelo Presidente da Fundação Cultural, Adelino de Souza, de constituição do Grupo de Trabalho que ficará responsável pela elaboração e apresentação do projeto de lei do Plano Municipal do Livro, Leitura e Literatura. A abertura do encontro foi em clima de festejo e homenagem à literatura, com a recitação de poesias de autores locais e nacionais por artistas da cidade.

Participaram do lançamento do Grupo de Trabalho, o escritor e representante do Colegiado Nacional do Livro, Leitura e Literatura, Nilton Bobato, a vereadora Nanci Rafain, o diretor da Biblioteca Pública Estadual, Rogério Pereira e a Secretária Municipal de Educação, Joane Vilela.

O decreto constituindo o Grupo que deve ser publicado amanhã (12) designa 27 representantes de diversas áreas que deverão formular as diretrizes para promover as políticas públicas de leitura na cidade. Entre os objetivos do Grupo estão o diagnóstico sobre a quantidade de bibliotecas no município e os projetos de incentivo à leitura, a formulação de metas para zerar o déficit de leitura na cidade e o planejamento de financiamento das políticas públicas para Foz do Iguaçu. O plano municipal integra as diretrizes formuladas pelo Plano Nacional do Livro, Leitura e Literatura.

Para Adelino, a construção do grupo de trabalho e do debate sobre as políticas públicas de leitura foi possível pelo empenho de Nilton Bobato. “O vereador Nilton Bobato encabeçou a discussão do plano municipal do livro com a realização de audiência no ano passado. Nossos agradecimentos a ele que sempre foi empenhado e por sempre lutar pela cultura”.

A vereadora Nanci também parabenizou o escritor Nilton Bobato. “Devemos muito a Nilton Bobato que é um guerreiro da literatura”.

A construção do Plano Municipal do Livro, Leitura e Literatura também foi enaltecida pelo representante do Governo do Estado, Rogério Pereira. “Foz do Iguaçu é exemplo para o Paraná e para o Brasil. A cidade é referencia nacional pela realização do Salão Internacional do Livro e é uma das únicas cidades que possui ação concreta na área do livro, com pessoas que se dedicam à construção do Plano Municipal do Livro, da Leitura e Literatura”.

Para Nilton Bobato que iniciou as discussões do Plano através de audiência pública no ano passado e requereu a nomeação do Grupo de Trabalho, falou sobre a importância do envolvimento do Poder constituído e da sociedade civil organizada para os avanços da leitura no país. “Quando o Poder constituído e a sociedade civil entendem a importância da leitura, mudanças positivas acontecem, a exemplo, do que está em curso desde 2006 no país, quando o Governo Federal deu início ao Plano Nacional do Livro, Leitura e Literatura”.



Plano Municipal



 A elaboração do Plano Municipal de Leitura, Literatura e Leitura está em conformidade com o Plano Nacional da Leitura, Literatura e Leitura do Governo Federal implantado no País em 2006 após um amplo processo de participação do Estado e da sociedade civil que culminou na formulação de quatro eixos básicos para implementação do plano, a democratização do acesso (privilégio às bibliotecas de acesso público), o fomento à leitura e à formação de mediadores (reconhecimento da necessidade de fomentadores que ajudam a criar novos leitores), a valorização da leitura e da comunicação (trabalhar o livro como valor social e cultural e como bem público a se preservar como direito de cidadania), desenvolvimento da economia do livro (não separar a leitura de sua base material – o livro em seus vários suportes – e entender essa base como parte de uma economia da cultura que deve ser apoiada e defendida). 

Segundo o vereador, a implementação do Plano Municipal também seguirá as orientações do Guia para elaboração e implantação dos planos estaduais e municipais do Livro e da Leitura que reforça a necessidade de descentralização das políticas públicas do livro em conjunto com os esforços de estados e municípios na implementação do plano estadual e municipal. 




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