“Estou extremamente orgulhoso do primeiro ano do mandato”, diz Bobato
“Avaliei o material de campanha e verifiquei que a maioria das promessas foram cumpridas no primeiro ano do mandato”, afirmou Nilton Bobato na última sessão ordinária da Câmara realizada hoje (17). Após a prestação de contas aos eleitores que aconteceu na semana passada (10), o vereador Nilton Bobato prestou contas das ações de seu mandato à população. “Vários tópicos que estavam entre as promessas de campanha foram cumpridas neste ano e isso é uma questão de postura política”, disse.
Entre as promessas concretizadas estão as conquistas na área de cultura, como a criação do Sistema Municipal de Cultura, que conquista a legitimidade e a implementação de políticas públicas nesta área. “Nós conseguimos constituir o Sistema Municipal de Cultura, o fundo e o conselho municipal de Cultura e a Conferência que agora é lei, ou seja, não é mais benesses de governo, é política pública implementada”, ressaltou.
Também devem ser reconhecidos o intenso debate sobre o projeto de desenvolvimento de Foz do Iguaçu, com a criação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econônimo e Social, a busca constante de soluções para as estradas federais que cortam o Município, a preocupação com o futuro da cidade, a participação na construção de uma saúde avançada na cidade, com a implantação de novo método interdisciplinar através do PSF (Programa Saúde da Família) e o combate permanente à corrupção com a aplicação de novas formas de gestão pública que inibem as negociações e benesses de apadrinhados.
“O combate à corrupção também foi foco de nosso mandato e deste projeto que estamos construindo para os avanços da sociedade, por exemplo com o fim da carta convite, forma que possibilitava esquemas na relação de governos com fornecedores, agora temos o pregão eletrônico que reduz a possibilidade de corrupção”, disse.
De acordo com o vereador, todas estas ações cumprem a promessa e projeto previsto na sua campanha em que o objetivo é melhorar as condições da população e avançar rumo a uma sociedade mais justa e humana. “Estas ações demonstram que estamos no caminho certo, muitas vezes sofremos muitos debates, dificuldades, mas estamos avançando e vamos continuar nos próximos anos esta jornada”, disse.
Esquerda
O vereador também citou sua posição ideológica e política e disse que nunca houve falta de coerência em seu mandato. “Desde menino estou no caminho da esquerda, sempre militei na esquerda, recebo várias críticas por ser vereador de situação, mas isso estava no material de campanha, cuja proposta era construir junto com o governo as melhorias para a cidade”, disse.
No entanto, o vereador explicou que apoio não significa adesão ou “adestramento” político, e citou várias situações de discordância e alterações em projetos do Executivo. “Quantas vezes nós vereadores da situação discordamos do Prefeito? Elaboramos emendas e alterações, mas tudo isso com respeito ao projeto principal que é o avanço da sociedade”, disse.
O vereador citou que muitas vezes acontecem muitos conflitos no espaço legislativo oriundos dos variados interesses corporativistas e fragmentados. “Muitas vezes nos deparamos com alguns confrontos no espaço político, lembro em 2005 quando Lula propôs a Reforma Previdenciária e nesta época houve o periodo de maior confronto no PCdoB, eu mesmo fui protestar contra e hoje, depois de 04 anos, vejo que Lula tinha razão”.
De acordo com o vereador, as mudanças decorrentes do processo da reformas levaram à revisão da primeira opinião sobre a reforma. “Aparentemente à época, pareceu que a reforma estava traindo um direito, mas que depois mostrou que significou o avanço e as melhorias da população, porque o governo conseguiu economizar cerca de R$40 bilhões por ano, o que resultou em políticas públicas de saúde, educação, cultura e que aumentaram a expectativa de vida da população e as condições de vida do brasileiro”, avaliou.
Particularmente em Foz do Iguaçu, as dificuldades relacionadas aos servidores devem ser equacionadas a partir do debate e da convergência dos interesses envolvidos na questão. “Os servidores tem o direito de reivindicar que é sagrado, e nós de procurarmos solução colocando na mesmo tripé, o interesse econômico do Município, o interesse da população e o direito dos servidores”, disse.

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