Programa de rádio: Vice-prefeito destaca avanços na saúde
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Programa de rádio: Vice-prefeito destaca avanços na saúde

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O vice-prefeito Chico Brasileiro (PCdoB)fez um balanço do setor de saúde de Foz do Iguaçu durante o programa semanal de rádio. Brasileiro apresentou o programa em substituição ao prefeito Paulo Mac Donald Ghisi que viajou a Toledo para assinar o convenio que prevê parcerias entre as três maiores prefeituras do Oeste do Paraná - Foz, Cascavel e Toledo.

O vice-prefeito iniciou o programa falando da confirmação pelo governador Roberto Requião do repasse de R$ 1 milhão para dar continuidade nas obras do Hospital Municipal. “O governador liberou R$ 1 milhão por parte do Estado. E foi dada a ordem de serviço para que possamos ver concluído o hospital. Esse recurso é só para dar inicio na conclusão da obra, porque a previsão do total é de R$ 4,5 milhão”, explicou.

De acordo com Brasileiro o prefeito Paulo decidiu que vai fazer a obra de acordo com o recurso em caixa. “Se tem R$ 1 milhão ele vai fazer até R$ 1 milhão. Se chegar R$ 2 milhões vai fazer até os R$ 2 milhões. Mas vai fazendo sempre as prioridades”, destacou.

Segundo brasileiro nesse primeiro momento deverá ser feita as ligações entre os blocos do Hospital. “Com essa primeira parcela será possível concluir os leitos que a gente precisa. Quando chegar mais recursos vamos concluindo a recepção, cozinha, lavanderia, ou seja, vai aumentando o hospital de acordo com a chegada de recursos”.

De acordo com o vice-prefeito a previsão de conclusão dessa etapa das obras é mês de março do ano que vem.



Conferência da Saúde

Chico Brasileiro também destacou os trabalhos realizados na 10ª Conferência Municipal da Saúde realizada na sexta-feira e no sábado no Complexo Educacional Érico Veríssimo onde foram discutidos os avanços e as perspectivas do Sistema Único de Saúde. “É o momento do cidadão opinar e o momento do definir as diretrizes da saúde pública da cidade para os próximos anos’.

Entre as novidades, Brasileiro destacou a abertura do concurso para contratação de 25 médicos para o Programa Saúde da Família. “Muitos médicos já se inscreveram no concurso. Já tivemos concursos em Foz do Iguaçu onde se sobrava vagas. Essa procura se deve ao bom salário. Nuca se pagou um salário como este agora. É um salário que com a insalubridade vai chegar à R$ 10,8 mil. Estamos valorizando os profissionais médicos para que nós tenhamos profissionais em Foz do Iguaçu e que aqui permaneçam”, observou. Segundo explicou Brasileiro, esses profissionais terão que cumprir rigorosamente as 8 horas de trabalho conforme preconiza o Ministério da Saúde no Programa Saúde da Família. “Isso para que toda a equipe possa dividir os horários do dia para que possam fazer palestras preventivas e atendimentos diferenciados. Porque não é só fazer o atendimento curativo é preciso prevenir. Uma boa orientação pode prevenir muitas doenças, ajuda o cidadão a não adoecer. Saúde é tudo isso, saúde não é só no momento que você precisa do remédio, Não é só no momento que você precisa do exame, não é só no momento que você precisa da cirurgia. Saúde é justamente para você não precisar disso. Saúde é você saber que se há riscos a sua saúde você precisa saber que é preciso diminuir esses riscos”.

Custos

Segundo a Secretaria da Saúde o Ministério da Saúde envia para o município apenas R$ 6 mil para cada equipe do Programa Saúde da Família. A equipe é composta pelo médico, enfermeiro e dois técnicos de enfermagem. “Quando você soma os salários mais os encargos trabalhistas, o custo final por equipe fica em torno de R$ 25 mil. E a prefeitura recebe só R$ 6 mil”.

Brasileiro faz uma análise dos custos para contratação imediata de 25 médicos para suprir todas as necessidades dos bairros. “Então o Ministério da Saúde vai mandar mais R$ 150 mil porque estamos implantando mais 25 equipes do PSF. Só que o custo de cada equipe é de R$ 25 mil, o que totaliza R$ 625 mil, ou seja, recebemos R$ 150 mil e gastamos R$ 625 mil por mês, isso fora medicamentos, exames, luz, água, documentação e todos os demais gastos necessários para manter os atendimentos. Só com essas equipes são mais de R$ 6 milhões por ano somente com pessoal”, disse.

Desabafo

Brasileiro terminou o programa fazendo um desabafo ao que ele chamou de “grupos politiqueiros, que nunca fizeram nada para a saúde de Foz do Iguaçu. Gente que só conseguiu destruir a saúde de Foz e agora fica soltando panfletinhos. São pessoas que não querem discutir a verdade. Não querem debater as questões sérias da nossa cidade. Querem tentar chamar para um debate negativo. Nós não temos medo de um debate franco e aberto. Porque se tem um governo que investiu na saúde é esse governo. Nunca na história de Foz do Iguaçu um prefeito priorizou tanto a saúde como nesse Governo do Prefeito Paulo”, finalizou.
(Assessoria)




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